MISSÕES

CONFINS DA TERRA

Missão Portas Abertas
Apoio a cristãos que sofrem perseguição em países fechados para o evangelho de Jesus Cristo.

Visite o site www.portasabertas.org.br

 

SÍRIA
 
        À medida que o conflito civil na Síria se torna cada vez mais grave, a violência direcionada contra os cristãos tem escalado. A oposição síria está se ‘islamizando’ de forma crescente e os cristãos têm se tornado mais vulneráveis em todas as esferas da vida. Relata-se que muitos cristãos foram raptados, feridos ou mortos e muitas igrejas foram danificadas ou destruídas. Em 21 de outubro do ano passado, milícias radicais islâmicas invadiram o antigo assentamento cristão de Sadad e mataram pelo menos 45 pessoas.
 
Ore:
• Pela proteção dos cristãos que escolheram permanecer na Síria para servir suas comunidades.
• Para que os colaboradores da Portas Abertas possam levar alívio a milhares de famílias cristãs desalojadas.
• Por um final pacífico ao conflito que tem assolado o país.
• Pelas eleições em 3 de junho.
 
 
A Igreja
 
        A Síria é muito significativa na história do cristianismo; Paulo se converteu a Cristo enquanto estava a caminho de Damasco, estabelecendo a primeira Igreja organizada cristã de Antioquia, na antiga Síria. Há indícios de que existiam cristãos na Síria antes mesmo da conversão do apóstolo Paulo, já que ele estava a caminho de Damasco para capturar possíveis cristãos quando se converteu (Atos 9.1-19).
        A Igreja Ortodoxa Grega afirma que sua história na região remonta à época da queda de Jerusalém, quando o centro do cristianismo no oriente passou a ser a cidade de Antioquia. Embora estivesse localizada no atual território da Turquia, Antioquia exercia influência sobre a Síria devido à sua proximidade geográfica.
        Católicos e protestantes só se estabeleceram na Síria a partir do século XVIII. A influência do cristianismo ocidental sobre o país tornou-se forte a partir de 1890, principalmente devido à influência das escolas cristãs sobre os governantes sírios.
        As igrejas evangélicas, caracterizadas pelas atividades evangelísticas, têm mudado a comunidade cristã do país, apesar das pressões que sofrem.
        Atualmente existem mais de dois milhões de cristãos no país, correspondendo a 10% da população síria. A maior igreja do país é a Igreja Ortodoxa Grega de Antioquia.
 
A Perseguição
 
        A Constituição garante liberdade religiosa. É normal que as cerimônias religiosas sejam anunciadas pelo toque dos sinos, alto-falantes podem ser usados para que os cultos sejam ouvidos nas ruas e as lojas cristãs podem fechar aos domingos. As igrejas registradas no governo são respeitadas na sociedade e sua situação é bem aceitável.
        Mas, se por um lado, o governo está aberto ao cristianismo e às igrejas, por outro, possui laços com grupos fundamentalistas que são contrários aos cristãos.
        As autoridades tentam controlar tudo no país, mantendo a polícia secreta por toda parte. Para quem anda de acordo com o sistema, não há nadar a temer, mas quem desobedece sofre oposição. Evangelizar, por exemplo, é proibido pelo sistema. Então, se os cristãos não perturbarem a ordem e a harmonia social, eles têm liberdade para realizar seus cultos.
        Os ex-muçulmanos sofrem com a desconfiança que paira na sociedade, causada pela polícia secreta. Eles têm medo de contar sua história às pessoas, mesmo aos amigos. E a Igreja, por sua vez, tem medo de receber esses convertidos, pois desconfia que possam ser agentes do governo disfarçados - o que não é impossível de acontecer.
        Há também a pressão que a família e a sociedade aplicam aos que abandonam o islamismo. Essas convenções sociais fazem com que a conversão de um muçulmano ao cristianismo seja muito rara. Em muitos casos, a pressão social força os que se comprometeram em tais conversões a se mudar para o interior ou a deixar o país, a fim de praticar sua nova religião abertamente.
 
Fonte: www.portasabertas.orgb.br
 
Perseguição Religiosa
 
        Em 2014, três países novos entraram na lista que classifica as nações de acordo com o grau de intolerância para com aqueles que seguem a Cristo.
        Atualmente, mais de 100 milhões de cristãos são perseguidos por causa de sua fé em Jesus. Aqueles que seguem a Cristo enfrentam a oposição de seus governos, sociedades e até parentes em, pelo menos, 60 nações. Isso faz com que os cristãos sejam o grupo religioso mais perseguido do mundo.
        Em média, 100 indivíduos cristãos perdem sua vida a cada mês em razão de sua fé em Jesus Cristo.
        A Classificação da Perseguição Religiosa lista os 50 países onde há mais pressões contra os cristãos.  Atualizada anualmente, com base nas pesquisas da Portas Abertas Internacional, para a obtenção do resultado são consideradas as leis no país, a postura das autoridades, da sociedade e da família em relação aos cristãos, aos novos convertidos e à Igreja, no geral. Um questionário cobrindo esses aspectos determina a posição do país na Classificação.
        Confira a lista dos 50 mais perseguidos:
 
1. Coreia do Norte
2. Somália
3. Síria
4. Iraque
5. Afeganistão
6. Arábia Saudita
7. Maldivas
8. Paquistão
9. Irã
10. Iêmen
11. Sudão
12. Eritreia
13. Líbia
14. Nigéria
15. Uzbequistão
16. República Centro-Africana
17. Etiópia
18. Vietnã
19. Catar
20. Turcomenistão
21. Laos
22. Egito
23. Mianmar
24. Brunei
25. Colômbia
26. Jordânia
27. Omã
28. Índia
29. Sri Lanka
30. Tunísia
31. Butão
32. Argélia
33. Mali
34. Territórios Palestinos
35. Emirados Árabes Unidos
36. Mauritânia
37. China
38. Kuwait
39. Cazaquistão
40. Malásia
41. Bahrein
42. Comores
43. Quênia
44. Marrocos
45. Tadjiquistão
46. Djibuti
47. Indonésia
48. Bangladesh
49. Tanzânia
50. Níger
 
Missão Portas Abertas

 

Notícias – 30.12.13
 
Como fazer contato com a igreja perseguida?
 
        No site ou na revista Portas Abertas, você lê uma história que toca o seu coração. O testemunho daquele irmão perseguido edifica sua vida, e você deseja entrar em contato com ele para consolar, agradecer, encorajar. A dúvida é: como você poderá contatá-lo?
        Situações como essa não são raras. O Espírito Santo gera, em muitos cristãos brasileiros, empatia e compaixão para com a Igreja Perseguida. Entretanto, entrar em contato com o cristão perseguido nem sempre é possível.
 
Contato benéfico
               
        O contato que o escritório brasileiro da Portas Abertas tem com a Igreja Perseguida é intermediado pelos colaboradores estrangeiros que vivem ou trabalham nos países em que atuamos. Toma-se esse cuidado para proteger a integridade do cristão perseguido, bem como a de nossos colaboradores, pois seu contato com o exterior nem sempre é benéfico. Em muitos casos, a sociedade em que vivem vê com maus olhos quem recebe ajuda de outros países — essas pessoas acabam sendo julgadas como espiões internacionais ou traidores de seu país.
        A situação varia de pessoa para pessoa, de país para país; leva-se em consideração o estado emocional do cristão perseguido, o contexto atual de sua nação. Quando é declarado que o contato com cristãos de países livres é benéfico, a Portas Abertas organiza campanha de cartas ou outras atividades. Por se tratar de situações delicadas, o contato direto e pessoal é evitado.
 
Cara a cara
 
        Existem duas formas de se ter contato pessoal com a Igreja Perseguida. A primeira é com a visita dos correspondentes internacionais, que vêm periodicamente ao Brasil, provenientes de diversas partes do mundo. Durante suas pregações você pode ouvir relatos do campo, e após a mensagem, é possível conversar com eles e tirar algumas dúvidas.
        Outra forma é por meio das viagens de campo organizadas por nosso ministério de viagens, o Sem Fronteiras. Essa experiência única possibilita o viajante a ter contato com a Igreja Perseguida e vivenciar um pouco do dia a dia dos cristãos naquele país.
Texto retirado da seção “Sua vez”, da revista Portas Abertas, edição de junho de 2013. Você pode participar enviando sua sugestão para o e-mail falecom@portasabertas.org.br.
 
Notícias – Dezembro de 2013
 
        O ano de 2013 foi um ano de grandes acontecimentos em Portas Abertas Brasil, que acompanharam e deixaram sua marca em nossa celebração de 35 anos de ministério no país.
        Agradecemos a todos os nossos parceiros pelo apoio, orações e contribuições, junto aos cristãos perseguidos. Ser um com eles não é um lema simples de seguir, mas ao nos depararmos com os frutos de nosso trabalho e dedicação, entendemos que, embora desafiadora, a incumbência de servir cristãos perseguidos é uma bênção. Deus se agrada desse ministério, e tem evidenciado isso ao nos suprir, de maneira farta, com recursos, amigos e oportunidades de servir.
        Alguns dos projetos que pudemos realizar neste ano foram: Apoiar irmãos da Síria, país em grande conflito; Alfabetizar cristãos pobres na Ásia; Preparar cristãos africanos para resistir às perseguições;  Formação de lideranças em vários países perseguidos.
        Paulo, em sua carta aos coríntios, louva a Deus pela vida e generosidade daqueles irmãos que se dispuseram a socorrer os santos de Jerusalém que passavam por necessidades. Fazemos nossas as palavras dele, louvando a Deus por suas vidas: Porque isso que vocês fazem não somente ajuda o povo de Deus que está necessitado, mas também faz com que eles façam muitas orações de gratidão a Deus  (2 Coríntios 9.12 - NTLH).
 
(adaptado - boletim Missão Portas Abertas)

 

 Testemunho
 
        Antes de conhecer a Cristo, kubã, um cristão do Quirguistão, era viciado em álcool e ópio. Ele havia abandonado a mulher e os filhos. Kubã trabalhava como ajudante de construção civil e certo dia, ao entrar num banheiro, encontrou o papel higiênico que mudou sua vida. Pendurada em um arame estava parte de uma Bíblia, cujas folhas eram utilizadas pelas pessoas que usavam o banheiro, a fim de se limpar.
        Kubã não teve coragem de usar aquele livro que "falava de coisas sagradas", como disse. Carregou para casa as poucas páginas que restavam e leu parte do evangelho de Marcos.
        Depois disso, Kubã não conseguiu mais dormir. Ele precisava saber o final daquela história. Assim, dedicou sua vida a encontrar o restante daquele livro. Quando conseguiu, leu avidamente o texto até o final e, sozinho, entregou a vida a Jesus.
        Uma vez liberto dos vícios, Kubã restaurou sua família e hoje serve a Deus em tempo integral.
        Kubã é pastor de uma igreja legalizada na capital do país. Ficamos sabendo que para uma igreja protestante receber licença do governo, ela precisa ter de início 200 membros. Um pastor batista comentou: "Quem começa uma igreja com uma congregação desse tamanho"? Por causa disso, a maioria dos cristãos evangélicos do país se reúne em casas, em igrejas clandestinas.
        Além de dirigir uma igreja legalizada, Kubã organiza reuniões clandestinas em sua casa e pastoreia dezenas de pastores em cidades e vilarejos longínquos. Ele ensina esses líderes, lhes provê todo tipo de recurso, seja financeiro, seja espiritual, e cuida de suas necessidades emocionais, familiares e até jurídicas.
        Ele também é contato direto da Portas Abertas no país, e parte do seu ministério tem sido trabalhar em conjunto com a nossa organização.
 
MISSÃO PORTAS ABERTAS - COREIA DO NORTE
 
Portas Abertas teve acesso ao relato de uma brasileira que viajou recentemente para a Coreia do Norte. Número 1 na Classificação de países por perseguição, esse é o lugar onde é mais difícil ser cristão. Em meio às tensões políticas da atualidade, leia o testemunho de quem esteve lá e viu como as coisas funcionam realmente.
 
        Finalmente chegou o grande dia. O dia de entrar no país pelo qual orei desde os 17 anos. Mal posso acreditar no que os meus olhos estão vendo. Entramos na Coreia do Norte conscientes da tensão política e possibilidade de guerra, no entanto, não há dúvida de que Deus nos trouxe nesse momento, por algum motivo. No primeiro contato com nossos guias turísticos, a líder do grupo que já os conhecia de outras viagens, conversou com eles o seguinte: "Nós somos um grupo de viajantes cristãos, e viemos ao país neste momento porque somos amigos do povo norte-coreano nos bons e maus momentos, viemos para orar pela paz da nação, está tudo bem para vocês?" Eles disseram que sim e respeitaram.
        Visitamos uma igreja de fachada, cantamos Amazing Grace. Visitamos também a torre juche e grandes monumentos. Um guia contou a uma viajante da equipe, que a aceitação da ideologia juche já não é mais de 100 %. Por isso temos orado pela nova geração, temos muita esperança neles. Conhecemos a casa onde Kim Il Sung cresceu. O lugar tornou-se venerado por contar a história de um passado humilde com o qual a população pode se identificar. Como não estamos tendo muito contato com a população, não é possível saber como eles estão se sentindo em relação à ameaça de guerra. Parecem estar vivendo a vida normalmente. Apenas nossos guias turísticos demonstram preocupação quando indagamos sobre a questão.
        Visitamos o museu da guerra. O passado ainda é muito vivo na memória do povo, um passado traumático que reflete em todas as ações nos dias atuais. Os guias sempre perguntam aos norte-americanos se eles estão bem, diante dos relatos das atrocidades cometidas no passado pelos Estados Unidos, eles dizem que não têm nada contra os cidadãos norte-americanos, apenas contra o governo. Passamos rapidamente por alguns pontos turísticos, a líder de nossa equipe nos indicou os lugares onde havia ocorrido o grande avivamento do passado, desse modo, oramos e cantamos nestes lugares. Nossos guias turísticos sempre esperavam e respeitavam estes momentos. Um guia até disse que seria bom orar por paz em determinado lugar.
        Após isso, fomos ao paralelo 38, na linha que divide as duas Coreias. Havia mais soldados do lado Sul do que o normal e uma movimentação de jornalistas. Podia-se sentir a tensão e opressão no local.
        Fomos a uma escola. Assistimos apresentações de música e dança das crianças; em certo momento nos convidaram a dançar com elas. No final cantamos "Yes, Jesus loves me".  Me senti muito encorajada em estar com as crianças e cantar sobre Jesus para elas, mesmo cantando em inglês. Sei que embora elas não tenham compreendido a letra, Deus agiu naquele lugar.
        Dia da partida. Tivemos nosso grupo de oração e me senti mal, com uma dor enorme no coração pelos norte-coreanos, choramos e oramos juntos. Senti um peso de batalha espiritual enorme. Mas Deus nos trouxe esperança para o futuro e compartilhou uma visão com o nosso grupo.
        Saio do país com o coração grato a Deus por ter nos trazido neste momento.  Amo os norte-coreanos e agora mais do que nunca me sinto parte deste povo, sinto as suas dores e as suas alegrias.
 
Fonte: www.portasabertas.com.br
 
PERSEGUIÇÃO X LIBERDADE RELIGIOSA
 
        Duas fontes atuais nos ajudam a definir o que é a perseguição – As Convenções da ONU (Organização das Nações Unidas), e a própria Bíblia Sagrada.
        De acordo com o Artigo 18 da Declaração Universal de Direitos Humanos, de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”.
 
O Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos, de 1966, expandiu esse Artigo:
 
1. Toda pessoa terá direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião. Esse direito implicará a liberdade de ter ou adotar uma religião ou crença de sua escolha e a liberdade de professar sua religião ou crença, individual ou coletivamente, tanto pública como privadamente, por meio do culto, da celebração de ritos, de práticas e do ensino.
2. Ninguém poderá ser submetido a medidas coercitivas que possam restringir sua liberdade de ter ou de adotar uma religião ou crença de sua escolha.
3. A liberdade de manifestar a própria religião ou crença estará sujeita apenas às limitações previstas em lei e que se façam necessárias para proteger a segurança, a ordem, a saúde ou a moral públicas ou os direitos e as liberdades das demais pessoas.
4. Os estados-partes no presente Pacto comprometem-se a respeitar a liberdade dos pais - e, quando for o caso, dos tutores legais - de assegurar aos filhos a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.
        Pode-se dizer então, que o indivíduo é perseguido se for privado de qualquer dos elementos fundamentais da liberdade religiosa.
 
Perseguição segundo a Bíblia
 
        Além do apóstolo Paulo, os cristãos do Novo Testamento enfrentaram cinco fontes de perseguição:
Governantes (Atos 12.2)
Sacerdotes (Mateus 26.3-4; Atos 2.36; João 18.31; Atos 7.54-59)
Mercadores (Atos 16 e 19)
Agitadores (Atos 17)
Família (Mateus 10.35-36)
        Enfim, a Bíblia afirma: “De fato, todos os que desejam viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos” (2 Timóteo 3.12).
        Para grande parte dos cidadãos do mundo ocidental, cristãos ou não, o tema “perseguição religiosa” pode soar estranho. Uma das explicações talvez seja o fato de que a maioria dos países deste lado do globo vive em plena democracia e por isso, em geral, as pessoas estão acostumadas a ter seus direitos garantidos por lei. No entanto, essa ideia de que a liberdade e o acesso a direitos fundamentais estão consolidados para a maior parte da população mundial neste século 21 tem se mostrado uma ilusão.         
        Os países que apresentam elevados índices de restrições à religião não são maioria – 64, no total –, porém abrigam a maior parte da população mundial.
        Países como China, Índia, Irã, Iraque, Afeganistão, entre outros, costumam ocupar as manchetes por diferentes motivos, mas raramente são vinculados pela mídia secular à perseguição, muitas vezes implacável, que impõem aos adeptos da fé cristã. Admitir e conhecer a realidade da perseguição é o primeiro passo para que a Igreja se posicione ao lado daqueles membros do Corpo que sofrem por seguir a Cristo e para que passe a agir em favor deles.  Fonte: www.portasabertas.org.br
 
DOMINGO DA IGREJA PERSEGUIDA / MISSÃO PORTAS ABERTAS
 
        O Domingo da Igreja Perseguida é um dia em que pessoas que se importam com a atual e crescente intolerância religiosa se mobilizam e agem em favor dos cristãos perseguidos.
        Acredite: ainda hoje muitos são expulsos de suas casas e empregos porque seguem a Jesus Cristo. Muitas nações e governos demonstram seu descontentamento de forma cruel. Na Eritreia, por exemplo, cristãos são encarcerados em contêineres de metal. Preocupados com a honra da família, muitos pais não apenas permitem, mas causam a morte do familiar que escolheu o cristianismo.
        Mas você pode fazer diferença na vida desses cristãos e tornar-se um com eles.
        O Domingo da Igreja Perseguida é uma iniciativa da Missão Portas Abertas. Convocamos todos a estarem orando nesta semana pelos cristãos que sofrem por causa do evangelho. Para obter mais informações visite o site http://www.portasabertas.org.br/

 

 

 
 
Perseguição religiosa cresce em todo o mundo
     
        Os cristãos estão sob ataque em muitos países com governos que reprimem a religião, ou são hostilizados na sociedade, segundo um novo relatório.
        O relatório, feito pelo Fórum Pew Research Center sobre Religião e Vida Pública, olhou para as estatísticas e dados governamentais, que vão de 2006 a 2009, utilizando critérios como a repressão do governo sobre a religião e a hostilidade social, incluindo motivos religiosos, para saber quais foram os países menos tolerantes com a religião.
        Cristãos em 130 países – 66% dos países do mundo – sofrem com as leis do governo e com o assédio social. Os muçulmanos, de acordo com o relatório da Pew, enfrentaram um assédio do governo e da sociedade um pouco menor, com incidentes reportados em 117 países. Muitas das regiões onde há perseguição indicam que há conflitos entre as duas religiões, segundo relatório.
        A intolerância religiosa é mais alta no Oriente Médio e Europa. Embora o Oriente Médio seja predominantemente muçulmano, o relatório diz que os próprios muçulmanos sofrem mais oposição, com cristãos e judeus perseguindo com mais vigor.         
        O Egito mostrou um aumento maior na repressão do governo e na hostilidade social contra cristãos, sendo que o relatório relaciona tal dado com o fato de ter acontecido uma recente revolução democrática no país. Cristãos e muçulmanos têm constantes conflitos entre si, por isso há dificuldade de se expressar livremente a religião.
        A França ficou em segundo lugar e recebeu muitas críticas por ter implementado leis antiburca no ano passado. O preconceito contra os muçulmanos tem aumentado.
        “Em geral, a maioria dos países que tiveram aumento substancial de restrições governamentais ou hostilidade social envolvendo religião já tinha níveis altos ou muito altos de restrições e hostilidade religiosa”, disse o relatório.
 
 
Notícia - 30.03.11

 

O texto abaixo traz um rtorno sobre a Campanha Free to Believe realizada em novembro do ano passado.

 
Resolução é aprovada na ONU, mas votos favoráveis diminuem
 
        Em 21 de dezembro, a Assembleia Geral das Nações Unidas votou em Nova York sobre a resolução da difamação da religião: os relatórios da ONU mostram que a resolução foi aprovada com 76 votos a favor, 67 contra e 40 abstenções.
        Um comunicado da imprensa afirma: a diferença entre os votos favoráveis e contrários foi pequena, e o número total de votos mais as abstenções ultrapassavam os votos a favor. “Acreditamos que cada assinatura da petição desempenhou um papel muito significativo”, disse Stephen Rand, diretor de campanhas da Portas Abertas Reino Unido e Irlanda.
        Dr. Carl Moeller, presidente da Portas Abertas Estados Unidos, disse: “Trabalhamos juntos em todo o mundo por esta campanha porque acreditamos que nossas vozes e orações juntas podem desempenhar um importante papel em favor de nossos irmãos e irmãs que não têm direito à liberdade religiosa e sofrem perseguições por causa de sua fé em Cristo”.
        Eddie Lyle, diretor da Portas Abertas Reino Unido e Irlanda afirmou: “Queremos manifestar o nosso sincero agradecimento a todos aqueles que assinaram a petição Free to Believe. Eles fizeram parte de um movimento global, um coro de pessoas que disseram 'já foi o bastante, agora é tempo de mudar'. As suas assinaturas já começaram a fazer a diferença e continuarão a fazer para os nossos irmãos e irmãs que enfrentam perseguições diariamente”.
        “Esta campanha foi marcada por pessoas dispostas a tomar uma atitude em nome da Igreja, e dos irmãos perseguidos da família de Deus”, disse Stephen Rand. “O decréscimo no apoio à Resolução das Nações Unidas é uma pequena vitória na liberdade religiosa para enfrentarmos uma maior peleja futuramente.”
        No Reino Unido, o primeiro ministro David Cameron respondeu à campanha dizendo: “A liberdade religiosa é uma causa que apoio muito sinceramente. Eu partilho da sua preocupação de que a Resolução da difamação da religião poderá ser utilizada como pretexto para as limitações à liberdade de expressão, e posso garantir que o governo pretende votar contra esta resolução sempre que for apresentada na Assembleia Geral das Nações Unidas e incentivará outros países a fazer o mesmo.”
        O e-mail enviado pela Portas Abertas para cada uma das 192 delegações nacionais salientou que “[a reprovação da lei] é vital para proteger as pessoas contra a violência, abuso, e a discriminação, sejam eles cristãos, judeus, muçulmanos ou qualquer outra fé. Mas a defesa deve ser baseada em cada um dos seus direitos individuais e como descrito na Declaração Universal dos Direitos Humanos, não com base na proteção oferecida a uma religião. Este convite para uma votação não significa que defendemos a difamação das religiões ou aprovamos qualquer forma de incitação ao ódio religioso. A nossa preocupação é que o direito humano à liberdade religiosa deve ser protegido ativamente a qualquer momento, independentemente das convicções religiosas de cada um.”
        Dr. Moeller acrescenta: “Continuaremos a instar as delegações nacionais nas Nações Unidas para votar SIM à liberdade religiosa, e NÃO à resolução caso ela regresse em 2011”.
        Stephen Rand disse: “Em 2011, a petição com as assinaturas continuarão a ser uma arma poderosa se as discussões sobre esta questão continuarem. A Portas Abertas trabalhará para construir sobre tudo o que foi alcançado com o apoio de tantas pessoas em todo o mundo. Iremos pressionar a ONU quando uma mulher como Asia Bibi for condenada à morte sob acusação de blasfêmia, já que é fundamental que as Nações Unidas procurem maneiras de se avançar para proteger os direitos de todas as pessoas de fé”.
        Ele acrescentou que “destacaremos o nível de preocupação geral indicada pelas 428.856 assinaturas da campanha. Continuaremos a orar, de imediato, e a fazer campanha em particular e em público. Faremos tudo o que pudermos para garantir que os nossos irmãos e irmãs que atualmente são vítimas de perseguição por Cristo, um dia tenham o direito de crer, e sem medo”.
 
 

 

Notícias – 23.02.11
 
Instabilidade política ameaça Igreja na Líbia
     
        A Portas Abertas tem acompanhado os recentes protestos que eclodiram na Líbia, principalmente na área de Benghazi, e em Trípoli, capital do país, e por isso lança uma campanha de oração pelos cristãos e cidadãos líbios.
        O contato com a pequena igreja indígena na Líbia está muito difícil, mas tivemos notícias de que neste momento nossos irmãos de fé tem enfrentado uma pressão maior do que a que normalmente enfrentam.
        Apesar do estado ser laico, a Líbia tem maioria muçulmana e é governada há 42 anos pelo ditador Muammar Kadhaffi.
 
        A Igreja local
 
        Há uma grande igreja de cristãos expatriados, formada principalmente por africanos. A segurança pessoal desta congregação é a mais preocupante. Por dois motivos: porque eles são cristãos e porque a maioria tem a pele negra.   
        Fontes relatam que o clã dos Kadhaffi tem ameaçado os manifestantes com grande violência e, por isso, centenas de pessoas foram mortas em uma sangrenta tentativa de silenciar os protestos. Mercenários estrangeiros (africanos) têm sido trazidos ao país. Já se fala em um verdadeiro “banho de sangue”.
        Muitos cristãos temem que essa situação de instabilidade política sirva de pretexto para que muçulmanos promovam um verdadeiro extermínio em massa dos poucos cristãos que vivem no país.
        Na domingo (20), o filho de Kaddaffi fez um discurso improvisado e disse: "Vamos lutar até o último homem, até a última mulher, até a última bala".  
        Na manhã da última segunda-feira (21), a Federação Internacional das Ligas de Direitos Humanos aumentou o número de mortos no país de 300 para 400. A ONG Humans Rights Watch (HRW) anunciou um balanço de ao menos 233 mortos desde o início do movimento.
 
        Pedidos de oração
 
-Ore pelo fim deste derramamento de sangue;
-Ore pela segurança dos fiéis indígenas;
-Ore pela segurança da igreja de cristãos expatriados, principalmente pelos africanos;
-Ore para que a Igreja se una e saia fortalecida desta situação de instabilidade e ameaça.
 
Tradução: Carla Priscilla Silva
 
 
 
 

 

                                         

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