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Mensagem de 24.03.19
 

Tragam todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa. Ponham-me à prova nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não lhes abrir as janelas do céu e não derramar sobre vocês bênção sem medida (Malaquias 3.10 – NAA).


Nossa igreja local é uma grande família de muitos membros, todos com direitos e deveres, benefícios e obrigações, privilégios e responsabilidades. O profeta chama nossa atenção, como membros dessa família, quanto ao sustento da igreja local com quem temos vínculo. O texto nos ajuda a entender que trazer o dízimo não é gasto a fundo perdido - como alguns podem pensar, mas é investimento, pois tem retorno sobre o valor aplicado. É investimento necessário, justo, útil e de retorno certo.

É investimento necessário, pois, mesmo sendo o dono de todo ouro e toda prata, o Senhor decidiu nos envolver no privilégio de contribuir desde as primícias. É necessário para aprendermos a organização e disciplina no cuidado de nossas finanças, generosidade e equilíbrio entre amor-próprio e amor ao próximo. Quando não trago os dízimos, torno-me infiel ao Senhor (Ml 3.9).

É investimento justo, pois o dízimo é sobre o ganho. Não havendo ganho, não há dízimo. Ficam liberados os desempregados ou quem está sem renda. É justo por ser proporcional (10%): quem ganha muito, contribui mais do que quem ganha pouco. É justo, também, pois faz com que todos participem, e não somente alguns. Quando não trago os dízimos, torno-me infiel aos irmãos.

É investimento útil, pois por meio dele há mantimento material e espiritual na Casa de Deus. No aspecto material, precisamos pagar as côngruas dos pastores, obreiros, colaboradores; as contas de água, luz e manutenção; as frentes sociais e missionárias no Brasil e exterior. No aspecto espiritual, todos são alimentados pelos diversos dons e ministérios que fluem a partir da fidelidade financeira do seu povo. Há uma relação direta entre os recursos que entram e os resultados que saem abençoando a todos. Quando não trago os dízimos, torno-me infiel aos mantimentos.

É investimento de retorno certo, pois conta com a promessa do próprio Deus dizendo: Ponham-me à prova nisto, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não lhes abrir as janelas do céu e não derramar sobre vocês bênção sem medida. Consegue imaginar retorno maior do que este que tem o próprio Deus abrindo as janelas dos céus? Nossa atitude de trazer os dízimos indica nossa consciência de que o Senhor é a fonte primária de todo nosso sustento e provisão. Quando não trago os dízimos, torno-me infiel a mim mesmo.

Há uma frase no ar que é verdadeira e mentirosa ao mesmo tempo: a 1ª IPI é rica. Verdadeira, pois o Senhor nos tem abençoado ao longo da história. Mentirosa, pois torna-se motivo para que tenhamos evasão de dízimos. Sem dízimos, nossos sonhos se apequenam. Caso queira ofertar para fora, seja generoso sem, porém, deixar de trazer seu dízimo para sua família daqui. Adianto que aqui temos muitos projetos que podem trazer muita alegria ao seu coração generoso. Vamos, pois, ser fiéis e trazer nossos dízimos para que não haja falta de mantimento na nossa família local.

Rev. Rodolfo Garcia Montosa